segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Nem Vem!

oi, eu sou o amor, não tente me parar, você não pode,

não consegue e não quer.


No fundo, todos me desejam,alguns me evitam, mas eu sou duro como a morte, e quando tenho um objetivo eu vou até o final.


Nada pode me deter, até mesmo um pobre coração vivendo no meio da desilusão, machucado e cansado de tentar...


Julie de Pádua
23/08/2010

Vida Cristã

PRECISAMOS pensar em Cristo em termos elogiosos. Irmãos, é adequado que vocês pensem em Cristo como pensam em Deus — como o Juiz dos vivos e dos mortos. E não nos convém pensar levianamente de nossa salvação; se pensamos pouco nEle, também esperaremos obter senão pouco dEle. E aqueles de nós que ouvem falar negligentemente destas coisas, como se fossem de pequena monta, pecam, não sabendo de onde fomos chamados, por quem e para que lugar, e o quanto Jesus Cristo se submeteu para sofrer por nossa causa. Que retorno lhe daremos, ou que fruto será digno do que Ele nos deu? Pois quão grandes são os benefícios que lhe devemos!

Ele nos tem dado luz graciosamente; como Pai, Ele nos chamou de filhos; Ele nos salvou quando estávamos prestes a perecer. Que louvor lhe ofereceremos, ou que lhe daremos pelas coisas que recebemos? Éramos deficientes no entendimento, adorando pedras, madeira, ouro, prata e metal, trabalhos das mãos de homens; e nossa vida era nada mais que morte. Envolvidos em cegueira e com tais trevas diante dos olhos, recebemos visão e, por sua vontade, pusemos de lado aquela nuvem em que estávamos envolvidos.

Ele teve compaixão de nós e misericordiosamente nos salvou, observando os muitos erros nos quais estávamos emaranhados, bem como a destruição a qual estávamos expostos e da qual não tínhamos esperança de salvação, exceto a que nos deu. Ele nos chamou quando ainda não existíamos e nos quis para que do nada alcançássemos uma existência real.


> > > > > Trecho retirado do livro: grandes sermões do mundo - texto escrito por Clemente de Roma que foi bispo em Roma de 92 a 101 D.C e foi amigo de Paulo.
 

Poemas

TEUS OLHOS



 Surpreendida por teus olhos,
 no meu cotidiano absorto
 viajava o pensamento no nada,
 quando de repente,deparei-me com eles
 Eram teus!deixas-te os ali para mim?
 Não pude me conter,e mirei-os ...
 Com uma ânsia.... de mergulhar neles...
 Mas....por que fugiram dos meus?
 Por que tímidos se esconderam no horizonte?
 O que fazem teus olhos neste anônimo ao meu coração?
 É teu brilho!...mas não são teus sonhos que os fazem brilhar.
 O que teus olhos fazem ali?
 Para me lembrar de ti?
 Mas não te esqueço ...
 Recolha-os,não me faça sofrer!

 (Hellen C.F Mendes)
 
TEUS OLHOS 2
 
Seus olhos brilham...
porque em ti há amor;
brilham porque sonham em ser feliz;
brilham porque és belo o seu coração;
brilham porque gritam por socorro
desejando viver a verdadeira paixão;
brilham por amar em segredo...
brilham ...
brilhavam... não brilham mais!
os meus brilhavam quando eu te olhava,
hoje, os meus continuam a brilhar,
mas esse brilho nasce das gotas de lágrimas
que rolam a cada novo luar...
que expressam a dor e a saudade
de tão belo olhar...


Para JCNMJ Por Julie de Pádua


Hellen, querida, segue aí esse poema...


Beijos

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O VALIOSO TEMPO DOS MADUROS, Mário de Andrade

Contei meus anos e descobri que terei menos tempo para viver daqui para a frente do que já vivi até agora.
Tenho muito mais passado do que futuro.

Sinto-me como aquele menino que ganhou uma bacia de jabuticadas.
As primeiras ele chupou displicente, mas percebendo que faltam poucas, rói o caroço.
Já não tenho tempo para lidar com mediocridades.
Não quero estar em reuniões onde desfilam egos inflados.
Inquieto-me com invejosos tentando destruir quem eles admiram cobiçando seus lugares, talentos e sorte.
Já não tenho tempo para conversas intermináveis, para discutir assuntos inúteis sobre vidas alheias que nem fazem parte da minha.
Já não tenho tempo para administrar melindres de pessoas, que apesar da idade cronológica, são imaturos.
Detesto fazer acareação de desafetos que brigaram pelo majestoso cargo de secretário geral do coral.
As pessoas não debatem conteúdos, apenas os rótulos.
Meu tempo tornou-se escasso para debater rótulos, quero a essência, minha alma tem pressa...
Sem muitas jabuticabas na bacia, quero viver do lado de gente humana, muito humana, que sabe rir de seus tropeços, não se encanta com triunfos, não se considera eleita antes da hora, não foge da sua mortalidade...
Só há que caminhar perto de coisas e pessoas de verdade.
O essencial faz a vida valer a pena.
E para mim, basta o essencial!


Obrigada querida Helen por me apresentar essa bela poesia.














quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Oi...

meu blog é como aquele velho e bom amigo
não preciso vê-lo ou falar com ele todos os dias
para saber que ele está lá, pois eu sei que sempre que 
eu precisar desabafar ele estará pronto a me ouvir !!!
Julie