quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Revista Ana Maria - Cuca de abacaxi

Revista Ana Maria - Cuca de abacaxi

MACARRÃO DUMONT - RECEITA




Ingredientes (a quantidade é por sua conta)

Macarrão - qualquer tipo
Linguiça de frango
Brócolis
Extrato de tomate
Molho de tomate
Azeite de oliva
Cebola picada
Orégano
Chimichurri
Colorau se tiver
Sal

1. Coloque o macarrão pra cozinhar com um pouco de sal e azeite;
2. Destrua alguns gomos de brócolis para cozinhar junto com o macarrão.
3. Coloque as linguiças de frango para cozinhar com um pouco de água, deixe a panela tampada, depois que a água evaporar as linguiças começaram a fritar no próprio óleo que sai dela, abaixe o fogo para não queimar, tire uma por uma, pique e jogue pra continuar fritando, depois de fritas desligue e reserve.
4. Depois do macarrão cozido junto com brócolis, escorra e reserve.
5. Na mesma panela que você cozinhou o macarrão você joga um pouco de azeite de oliva, algumas colheres de extrato e de molho de tomate. Use molho simples, sem tempero. Jogue a cebola, o orégano, o chimichurri, um pouco de sal, colorau só pra ficar bem vermelho e um pouco de água e ligue o fogo, misture tudo e deixe cozinhar, quando ferver jogue a linguiça picada, misture bem e em seguida jogue o macarrão com brócolis, misture tudo, desligue o fogo e seu macarrão Dumont está pronto! Sirva com queijo se gostar!!

Com relação a quantidade você é quem decide! Pra duas ou mais pessoas muda a quantidade.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Revista Ana Maria - Bolo com morango e chocolate branco

Revista Ana Maria - Bolo com morango e chocolate branco

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

O caderno com dez anos de idade

     
         Hoje, sete de dezembro de dois mil e quinze, faz exatamente dez anos que cultivo um caderno onde há de um tudo! Reflexões, diário, devocional, orações, trechos de livros, estudos e etc.
          Escrevi esta postagem pra deixar registrado mesmo, não tenho nada demais para escrever. Só acho legal eu manter o caderno porque faz parte da minha história! Sei que quando eu tiver filhos e eles estiverem numa idade legal vão poder ler o caderno e este blog e ter acesso a recortes da vida da mãe deles.
          Eu gostaria muito de ler coisas que minha mãe escrever quando era jovem, eu não tive essa oportunidade. Mas vou poder oferecer para a posteridade algo a mais sobre mim.

Julie


Revista Ana Maria - Cocada cremosa de panela de pressão

Revista Ana Maria - Cocada cremosa de panela de pressão

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Ore Especificamente - A cura das memórias - David A. Seamands

Ore Especificamente

Temos de ser específicos em nossas confissões e orações. Uma das grandes ênfases bíblicas é a necessidade de sinceridade moral completa ao enfrentarmos nossos pecados, defeitos e necessidades. Na primeira história da desobediência humana no Jardim, vemos como o homem se inclina a encobrir as coisas quando qualquer tipo de sofrimento emocional se acha envolvido na situação. Quando o Senhor Deus os procurou para ficar algum tempo em sua companhia como era Seu costume, Adão e Eva se esconderam da Sua presença entre as árvores do Jardim. Quando Deus chamou Adão, perguntando-lhe onde estava, ele respondeu: “Porque estava nu, tive medo e me escondi” (Gên. 3:8-10). Desde então os seres humanos têm temido ser sinceros e expor-se, não apenas diante de Deus, mas também de seus semelhantes e de si mesmos. Este medo que alcança proporções extremas em nossas personalidades decaídas e deformadas faz parte das memórias reprimidas que provocam sofrimento. Nós as encobrimos e ocultamos em lugar de confrontá-las. Essa dissimulação se insinua em nossa personalidade em todos os seus aspectos. Ela é a causa principal de nosso medo e culpa e, mais que tudo, prejudica nossos relacionamentos.

A receita bíblica para esta doença humana endêmica é sinceridade, franqueza, arrependimento e confissão. Jesus chamou o Espírito Santo de “Espírito da Verdade” (João 14-16). O apóstolo João usou a palavra verdade vinte e duas vezes em seu evangelho e nove vezes em sua Primeira Epístola. Em 1 João vemos uma ligação direta entre verdade, confissão e nosso relacionamento com Deus, com outros e conosco mesmos. Deixe-me explicar.

Séculos antes de o ramo do conhecimento que chamamos psicologia ter- se iniciado, João descreveu o que chamamos hoje de nossos mecanismos de defesa. Trata-se simplesmente das várias maneiras em que o homem evita enfrentar a verdade e se protege da ansiedade e do medo. Elas não mudam a realidade nem a verdade da situação; apenas modificam o modo de olharmos para os fatos. Nós nos protegemos enganando a nós mesmos, a fim de que não tenhamos de mudar. Vejamos as palavras do apóstolo João: Ora, a mensagem que da parte dele temos ouvido e vos anunciamos, é esta: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma. Se dissermos que mantemos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se, porém, andarmos na luz, com ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.

Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso e a sua palavra não está em nós (1 João 1:5-10).

Vejamos agora como João e os psicólogos descrevem os três principais mecanismos de defesa. Eles são dados na ordem de sua gravidade.

• Negação. Este é o mais simples e mais direto deles. Apenas negamos algo; mentimos a respeito. Recusamo-nos a reconhecê-lo; não queremos olhar para ele nem discutir a seu respeito. João comenta sobre isto: “Se dissermos que mantemos comunhão com ele, e andarmos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade” (v. 6).

• Racionalização. Este meio de defesa é mais complicado e, portanto, mais sério. Não é tão direto quanto a mentira, sendo mais sofisticado. Tentamos aqui dar razões que justifiquem nosso comportamento. Alguém disse que existem duas razões para tudo quanto fazemos: uma boa razão e a razão verdadeira! Não só enganamos a outrem, mas também a nós mesmos neste caso; é uma fraude mais profunda do que a negação ou mentira porque freqüentemente não temos consciência dela. João trata disso: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (v. 8).

• Projeção. Este é o pior de todos porque avançamos um pouco mais com o engano e culpamos a outros pelos nossos problemas. De fato, projetamos nossos defeitos em outra pessoa ou coisa e dizemos que o problema é deles. João descreve isto com grande exatidão: “Fazemo-lo (Deus) mentiroso e a sua palavra não está em nós” (v. 10). Embora a mentira tivesse partido de nós, acabamos por afirmar que foi Deus quem a disse. “Não sou o mentiroso, mas é Ele!”

Compreendo que esta passagem está colocada num contexto sobre assuntos morais e espirituais. Mas ela tem uma ligação definida com o nosso tema, pois seus princípios abrangem também os aspectos emocionais/espirituais da vida. Uma das razões para as memórias não-curadas nos perturbarem tanto é que elas contêm em geral muitas emoções negativas, tais como medo, mágoa, ira, culpa, vergonha e ansiedade. Esses sentimentos insistem em aparecer e ficamos imaginando de onde vieram. Nós nos sentimos confusos por não podermos determinar a sua causa. Isto nos faz sentir culpados, porque “os cristãos não devem ter tais sentimentos”. Acabamos não tendo apenas o problema, mas também a culpa por deixá-lo entrar em nossa vida. A dificuldade está no fato de sermos incapazes de orar especificamente a respeito. E como tentar fugir de um nevoeiro. Precisamos desesperadamente descobrir o ponto da necessidade específica, perceber qual é o verdadeiro problema a fim de tratarmos dele. O princípio envolvido aqui é muitíssimo importante: Não podemos confessar a Deus o que não reconhecemos para nós mesmos. Fazemos então confissões generalizadas, damos e recebemos perdão, também generalizado, e acabamos tendo um relacionamento nebuloso, indistinto, generalizado, com Deus.

Não queremos isto, mas em vista de uma porção de pontos específicos serem protegidos pelos nossos mecanismos de defesa e ocultos em nossas lembranças sepultadas, não conseguimos encontrar alivio emocional e espiritual contra os seus ataques. Temos necessidade de expor as situações, experiências e atitudes que estão provocando as emoções negativas e permitir que o Espírito Santo trate com elas especificamente. É justamente isto que acontece com frequência durante nosso período de oração para a cura das memórias. Em lugar de orações gerais “Ô Senhor, ajude-me a ter sentimentos melhores com relação a meus pais, ou faça com que eu perdoe meu irmão ou irmã”, a mágoa específica é mencionada em detalhe: “Ó Senhor, fiquei tão triste porque o papai jogou meu brinquedo longe e o quebrou porque eu acidentalmente derramei água em cima do seu livro, e depois ele riu de mim quando chorei. Fiquei com ódio dele na hora. Até me alegrei quando ele sofreu o acidente naquela tarde.” Ou: “Pai, acho que nunca perdoei completamente minha professora por ter-me humilhado naquele dia na frente de toda a classe, acusando-me de uma coisa que outro colega fez. Quis vingar-me de Ricardo por ter mentido para ela. Perdôo os dois pelo que me fizeram e peço que me perdoe, Senhor, por esses anos de ressentimento contra eles.” E assim por diante. Memórias especificas que tiveram finalmente permissão para subir à superfície, resultando em confissões específicas de sentimentos específicos; perdão específico dado e recebido, resultando em cura e purificação profundas e intimas. Este princípio de especificação é essencial para a cura das lembranças e está em perfeita harmonia com as verdades bíblicas relativas ao arrependimento, confissão e cura.

Trecho do livro "A cura das memórias" de David A. Seamands.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Diário

                         Hoje, quatro de novembro de dois mil e quinze, é um dia muito especial porque é o casamento no civil da minha querida amiga Hellen Mendes, Sra. Fomin e também seu aniversário <3. Além disso, hoje meu querido esposo, Kelvin Romão, iniciou no trabalho novo, no grupo Servopa. Eu orei, creio que nós oramos, por esse emprego. Estou muito feliz com tudo isso, são acontecimentos marcantes na minha vida e muito mais na deles. Meu mais profundo desejo é que esse casamento seja repleto de alegrias e coisas boas e que o trabalho do meu esposo seja duradouro, realizador, próspero e abençoado.

                         Meu esposo foi mandando embora dia dois de julho de dois mil e quinze, da empresa Trombini Embalagens. Ele ficou quatro meses em casa junto comigo e foram quatro meses de muita alegria. Foi maravilhoso passar tanto tempo ao lado do meu marido. Reconheço que não são muitas as mulheres que têm uma oportunidade assim, e agradeço a Deus por esse tempo. Ficamos desempregados por um tempinho e Deus, nosso pai querido, não nos deixou faltar nada. Dias atrás percebemos que nosso "dim dim" havia acabado, sinceramente não me preocupei, pois sei que Deus é fiel, temos dizimado corretamente e cremos na provisão divina. Não havia dinheiro para o aluguel, quinhentos reais, e "do nada" "alguém" depositou oitocentos e cinquenta reais na conta do Kelvin. Deus, claro, foi providencial, é maravilhoso contar com Ele.
                                    
                         Eu estou muito feliz, também, porque voltei a atuar na área de língua portuguesa, minha grande paixão. Passei por várias crises profissionais, até que fui parar na Rede de Solidariedade Marista, em Curitiba, e lá pude perceber que não adianta querer fugir daquilo que nascemos para fazer. O tempo que passei lá foi de angustia, desgosto e raiva. Graças a Deus reincidiram meu contrato com três meses e pude voltar a fazer o que amo, ensinar língua portuguesa. 

                         Deixo aqui o registro deste dia e dos últimos meses, obrigada Senhor Jesus por tudo que tens feito em minha vida e do meu esposo. Graças te damos.

terça-feira, 18 de agosto de 2015

18 de agosto

Hoje estou assim: sei de consciência e coração que a alegria vem pela manhã. Mas, de sentimento, só tem vindo tristeza. Tenho acordado com muita decepção e tristeza.

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Julie está relembrando

Estou resgatando e editando as minhas publicações do grupo Café da Manhã, e ao começar com isso acabei caindo na tal "caixa das lembranças" e como é bom revisitar o passado.
O Café da Manhã começou tão simples, cresceu tanto e acabou. Mas foi um momento muito importante da minha vida, pude compartilhar muitas coisas sobre a vida com Deus e sei que ali formou-se um alicerce espiritual muito rico e bom. E isso levou-me a mexer nas postagens antigas do meu blog (deste blog) e pude ficar muito feliz por ter escrito cada palavra.
Tenho ciência de que meu blog não é muito lido e nem faz sucesso, mas para mim é muito especial mantê-lo. Aqui há coisas escritas das quais não lembro mais, e ao ler posso ver como eu cresci e como as coisas foram acontecendo em minha vida. Aqui compartilhei diversas angustias, muitas delas com respeito a vida sentimental e profissional. Hoje sou casada, vivo uma vida muito feliz ao lado do meu marido Kelvin. Como eu vivi angustiada com esse negócio de casamento! E tudo aconteceu tão de boa, tão natural; como Deus foi bom comigo!
Profissionalmente cresci muito, apesar de no momento estar desempregada, passei por muita coisa boa na vida profissional, passei por muitas crises, mas a profissão de professora de língua portuguesa está cada dia mais viva em mim. Sei que coisas boas virão! A língua inglesa, tão amada minha, acabou ficando em segundo plano, quem sabe ainda retome os estudos.
Meu interesse com essa publicação é deixar registrado como este blog é importante para mim. Mudei o nome de "Julie diz" para "Vida Rock and Roll" para tentar atrair mais leitores. Mudei em maio/2015 e até hoje não notei crescimento. Só que isso não me frusta, apesar de sentir muita falta do blog "Julie Diz". Enfim, estou muito feliz com tudo e com este blog. Amo escrever, quero um dia me dedicar mais a isso. Sonhar é tão bom né?


Julie de Pádua Romão

Frase

http://vidarockandroll.tumblr.com/post/125905091018/do-passado-não-quero-me-lembrar-fere-dói

Está esperando o quê? CDM 30/10/07

http://vidarockandroll.tumblr.com/post/77403140386/está-esperando-o-quê-cdm301007

CDM - 29/10/2007

http://vidarockandroll.tumblr.com/post/125903473858/cdm-29102007

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Morrer pra quê?

          Todas as mortes são tristes. Todas são sentidas por quem fica e algumas vezes por quem vai, quando percebe que vai morrer. Todas as mortes são tristes, seja do gato, cachorro, passarinho, amigo, vizinho, amor, cantor. Claro que com implicações imensamente diferentes. 
          Algumas pessoas morrem porque querem, outras porque procuram e outras porque é hora. A grande questão com relação a morte é: morrer e ir para que lugar? Pessoalmente, incomoda-me a forma que se morre. Queimado, afogado, baleado, decapitado. Credo. Que Deus livre disso a mim e a todos que amo. Morrer em Cristo, morrer porque Deus determinou, morrer no dia certo e estar salvo é o que importa. Morramos todos em Cristo. Mas a tarefa pertence a cada um. 
          Eu desejo que todas as pessoas do mundo, sim, todas, sejam salvas por Cristo, que todas queiram ser salvas. Sinto muito a morte do Cristiano Araújo e Allana Moraes, assim como sinto a morte de várias outras pessoas famosas e não famosas. O que dizer de Paul Walker? Senna, Dinho, Bento, Júlio, Sérgio, Samuel, Ariano, Rubem, Diana, Júnior. De todas essas pessoas, quais vou encontrar na eternidade? 
          Eu penso que não devemos ficar criticando as pessoas que estão falando sobre a morte do jovem cantor e sua linda namorada, deixemos a morte trazer seu recado. As milhões de mortes anônimas que acontecem todos os dias não têm o poder que a morte do casal tem tido sobre tantas pessoas. Pessoas que precisam urgentemente refletir sobre a morte e o que virá depois dela. Deixem a morte trazer seu duro recado: eu chegarei a você também, como você estará? Que a morte desses dois jovens sirva para um Brasil inteiro pensar. Que cada brasileiro tocado por esse acontecimento pense sobre como estará no dia que for a sua vez. Qual era a condição espiritual desses dois jovens? Não faço ideia. 
          É maravilhoso viver! Porém é mais maravilhoso ainda viver sabendo que está salvo em Cristo. Esse papo fez-me lembrar de uma canção linda: ''não vai tardar e Cristo há de voltar. Não vai tardar e veremos Jesus. Eu quero me preparar, pois quero logo subir. Eu quero junto a você, lá no céu, conversar com Jesus''.
          Deus, obrigada pelo teu amor. Consola a família Araújo e Moraes, bem como a todas as outras que ontem enterraram pessoas queridas. Consola hoje, novas famílias que perderam alguém, consola amanhã e depois de amanhã e depois e depois. Consola até a sua vinda, doce Jesus. Eu quero viver a eternidade com você, junto com todas as pessoas que amo, meus pais, irmãos e irmãs de sangue e de coração, marido, cunhados, sogros, toda a família, todos os amigos e todos que ainda me tem como inimiga. Todos que me esqueceram, os que esqueci e os que ainda pensam em mim. É isso que peço hoje: guarda-nos embaixo de tuas asas, cobertos pelo teu santo e doce amor. Assim seja em nome de Jesus, amém.

Julie F. De Pádua Romão



quinta-feira, 28 de maio de 2015

Crônica do porco selvagem, cabo queimado, #diaruim - Confiando em Deus

Confiar em Deus é quando eu não acordo emocionalmente bem, e entrego tudo na mão dele, sabendo que poucas pessoas nesse mundo podem me entender, posso ser julgada e criticada erroneamente, mas Deus me conhece. Confiar em Deus é não surtar quando levo meus cães para passear e mister Jack resolve, neste dia tão frio, nadar, pela primeira vez, num lago de lodo, em seguida a criaturinha sai correndo tal qual um porco selvagem, para encrencar com outros cães, aí eu tenho que sair tal qual uma doida correndo e gritando para que não haja um MMA sangrento. Ai continuar a confiar em Deus e na misericórdia dele, quando volto para casa e invento de fazer algo para comer. Então, euzinha, acendo a chama do fogão e simplesmente não noto que o cabo da minha linda cafeteira está grudado pegando fogo na panela. Depois disso tudo, continuar a confiar no amor de Deus por mim é tudo que posso fazer, depois de usar essas desagradáveis inconveniências da vida para escrever no meu blog. Aqui nem tudo acaba em pizza, mas sim em texto. Bom, o dia ainda não terminou... Deus me salve, me guarde e me guie. Amém

 Por Julie de Pádua Romão




segunda-feira, 25 de maio de 2015

Quando chegares da festa



Ei menina, você com copo de caipirinha na mão,
Ei menina, você com vazio no coração,
Ei menina, você com mãos erguidas para o deus errado,
Ei menina, você que carrega unção,
Ei menina, você que tem o corpo manchado.

Garota da balada, sangue bom, sangra.
Garota bacana, minissaia à toa.
Garota descolada, beijo grátis a qualquer hora.
Garota que rebola, que dança, que chora.

Garota, garotinha, menina, menininha...
Ande com que for,                                     Passeie com quem quiser,
Esqueça do seu passado,
Faça tudo o que estiver com vontade.

Menina dos olhos de Deus,
É isso que você é!
Ele está sempre pensando em você,
Mesmo quando você não pensa nele.
Ele está zelando da sua vida,
Que andas tão distraída.
Não percebe que o inimigo que devorar-te?
Mas teu Pai, sempre Pai, olha e cuida de ti.
Hoje, amanhã e depois, quando chegares da festa,
Não esqueça pelo menos de dar boa noite.
Boa noite Papai.

Poema em homenagem a amigas (muitas) que estão longe dos caminhos do Papai. Estou orando por vocês.


Assim acaba-se a amizade =.[


Como podemos não sentir saudade das pessoas que não morreram, mas não fazem mais parte da nossa vida?

E aí? O que me diz? Não tem como! 

A saudade de pessoas e os momentos vividos com elas existe!

Amigos e especialmente, no meu caso, amigas que fazem parte da minha história são inesquecíveis. O problema, ou seja, o que me fez escrever hoje é: não consigo aceitar essa distância, essa falta de necessidade dessas pessoas na minha vida atual e eu na delas também. O fato é: não preciso delas e elas não precisam de mim.

O que quero dizer com isso é que essas pessoas fazem falta, mas não são necessárias na minha vida e nem eu na delas. Não é por maldade, mas sim porque não se cabe mais. Aí faz a gente pensar em outra coisa: quem é necessário ou necessária na minha vida, na tua vida. 

Bom, voltando, o Facebook acaba sendo uma ferramenta de visualização da vida dessas pessoas. Não é comunicação, porque a maior parte das vezes acabo, acabamos, apenas visualizando as fotos e posts delas. E é nesse momento que percebo, percebemos, a saudade. E isso me faz pensar e ficar triste, você também. Eu olho aquela pessoa na foto, estranho ela, afinal há sempre mudança, fico olhando bem dentro dos olhos dela e me lembro dos nossos momentos "massa", quando era o meu nome marcado nas fotos e publicações. Isso acontece com você? O mais embaçado disso é que falta-me jeito para dizer ou escrever que sinto falta - "Oi, tudo bem? Sinto sua falta, até mais". Por que houve afastamento? Não nos ajudamos, vivemos, crescemos juntos? O que ficou ou sobrou disso? Tempo? Afinidade? Distância? Não, não, não. Mesmo com pouco tempo ainda mantemos contato com pessoas da mesma época, afinidade não falta, poxa, contávamos e compartilhávamos tantas coisas. Distância? Também não, temos várias formas rápidas de comunicação hoje. Talvez a resposta seja que não sou tão importante para elas como elas eram para mim. Afinal, eu sinto falta, mas não sei se elas sentem de mim. Parece que a gente perdeu o "fio da meada", o jeito da amizade.

Elas estão lá, eu estou aqui. A vida delas prossegue, a minha também. Eu curto as fotos e posts delas e elas curtem as minhas, e é só isso. Tão triste. Assim acaba-se a amizade. O que há hoje é apenas vida. Minha vida. A vida delas. Não nos cruzamos mais. Não nos precisamos mais. O que fazer com esse sentimento? Sinceramente não sei. Você sabe?

sexta-feira, 10 de abril de 2015

A benção da simpatia

Ser simpático com pessoas que não são, às vezes irrita.

Nem todos os dias acordamos bem, felizes e cantando, mas oferecer um bom dia não faz mal, certo?

Enche-me de ira quando digo: "Bom dia" e recebo silêncio em troca. Caramba! Que coisa chata.

Oferecer um sorriso, um olá, um piscar de olhos, enfim, são várias as formas de estabelecer rápida comunicação (verbal ou não verbal, formal ou informal) para dizer a outra pessoa que a notamos. Mas nem sempre recebemos algo em troca, isso é chato.

Eu penso que não importa como iniciamos o dia, mas sim como vamos fazer para conduzir este dia, iniciando com esperança e vontade de ter um bom dia é um bom começo.

Procurem abandonar o mau humor e a raiva matinal, muitas são as coisas que esquentam a nossa cabeça, muitos são os motivos que nos deixam para baixo, mas iniciar o dia com mau humor e raiva vai resolver?

Enquanto seres humanos devemos aprender a olhar o outro com menos repúdio, ou talvez apenas olhar... e só olhar. Devemos deixar um pouco os nossos monstros de lado e considerar um pouco as pessoas ao nosso redor.

Se sempre colocamos as nossas vontades e desejos a frente de tudo, na frente dos outros, sempre vai dar encrenca.

A benção da simpatia está sobre as pessoas que mesmo com problemas e de cabeça quente conseguem oferecer um bom dia, um sorriso, um olá, uma piscadela. Que sejamos todos assim.

Inicialmente o nome deste texto era a maldição da simpatia porque eu estava com raiva de sempre dar bom dia e etc e não receber nada em troca. Mas hoje, dias depois, refleti melhor sobre isso e entendi que ser assim não é maldição e sim benção. Ser simpática e conseguir oferecer algo mesmo quando não estou legal me faz uma pessoa melhor. #sejamostodospessoasmelhores






quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Quando a morte invade a mente

Stacy acorda com um gosto amargo na boca, sua cabeça dói. Sente-se mal, algo dentro de si não está bem. Não consegue pensar em nada além de morrer. O quarto está escuro, ela está só. Estica o braço e alcança um copo com água, bebe. Põe o copo no lugar, tenta se levantar, mas não há forças. Stacy não tem forças para se levantar da cama, nem na vida... Sente-se um fracasso, ela não tem alegria, perdeu suas paixões e motivações. Simplesmente não consegue visualizar um futuro. Perdida em meio a frustações e decepções que lhe causam tanta dor e angustia ... É triste de ver. Você conhece a Stacy?

Seu celular toca, ela desliga, deve ser alguém da empresa querendo saber que horas ela vai chegar, os atrasos no trabalho já passaram do limite. “Não sei como não me mandaram embora daquela porcaria”, pensa ela com amargor. Ela passa as mãos no cabelo, respira fundo. Começa chorar. Sente-se profundamente deprimida. Não vê solução, a morte invadiu sua mente.

Qual será o fim de Stacy? Quando a morte invade a mente só a duas opções: tirar a própria vida ou continuar vivendo. Mas pense sobre essas duas simples (?) escolhas. Tirar a própria vida é algo muito fácil de pensar, mas difícil de executar. É preciso coragem para abrir mão de algo tão belo quanto a vida. Continuar a viver exige ainda mais coragem. É em momentos como esse que frases clichês podem salvar uma vida: “Tudo passa”, “A esperança é a última que morre”, “ninguém disse que seria fácil viver”, “Jesus pode te ajudar”. 

Quando a morte invade a mente, esta deve ser preenchida por bons pensamentos. A mente deve ser bombardeada por visões de alegria e bons momentos. Relembrando de bons momentos, pois ninguém vive só de tristeza, há sim bons momentos. Lembrar-se de um dia especial, de uma pessoa amiga que permanece na vida, daquele passeio, daquele sonho realizado, dos sorrisos, das férias, da infância: trazer à memória o que te dá esperança. Trazer à memória aquilo que te fez feliz e projetar nisso aquilo que te fará feliz. Pensar que a tristeza, a dor caminha pela vida de outras pessoas também ajuda, pense sobre essa letra de música: 

Isto é para aquela criancinha sem pai, para aquele homem que não tem um lugar pra ficar, para aquele garotinho vivendo com AIDS, posso te contar uma história? 
Há um homem, em um canto, ele não tem um lar, ele não tem comida, e seus céus azuis não existem, você pode ouvi-lo gritar?
 Há uma garota, procurando por um pai e um amigo, orando para que um dia a tempestade acabe.
Há uma criança que está doente e implorando para ser liberta, mas não há cura para sua doença, ele olha para sua mãe e ela segura sua mão orando para que algum dia o sol volte a brilhar.
Há alguém que te diz:
E a dor?
E a dor irá acabar
O sofrimento irá acabar... 
 Eu estou aqui
 Você não tem que se preocupar                                               
Eu posso ver... Eu vejo suas lágrimas
 Estarei aí apressadamente quando você chamar
Amigos estão aí para te segurar quando você cair
Aqui está meu ombro, você pode se apoiar em mim

Diga-me, como eu posso, como eu posso amar Jesus?
Quando eu nunca vi Sua face?
Sim, eu vejo você morrer, e eu viro e me afasto
Ele está esperando apenas para acalmar  sua mente incomodada
 Sim, sim, ele ama você mais do que você sempre saberá.


Eu fiz algumas mudanças na ordem da música para que fique mais clara o que ela quer passar: muitas pessoas sofrem, coisas até piores que você e eu, mas há pessoas que podem te ajudar, há Jesus que te ama de uma forma que você jamais vai compreender. Então não ignore essa ajuda, quando a morte invade a sua mente chame por Ele. Ore para que a tempestade acabe e para que o sol volte a brilhar. Tirar a própria vida não é um meio para um fim. É o fim. O fim dos sorrisos, dos prazeres, dos amigos, dos hobbies, de tudo aquilo que você gosta. Não vale a pena. Quando a morte invade a mente, reme ao contrário, pense em Jesus e ele vai te responder: E a dor? E a dor irá acabar O sofrimento irá acabar... Eu estou aqui.  Você não tem que se preocupar. Eu posso ver... Eu vejo suas lágrimas.  Estarei aí apressadamente quando você chamar. Amigos estão aí para te segurar quando você cair. Aqui está meu ombro, você pode se apoiar em mim.

Ah... Sobre Stacy... eu a ouvi cantando uma música... 
"Uma nova história Deus tem pra mim
Um novo tempo Deus tem pra mim
Tudo aquilo que perdido foi
Ouvirei de sua boca: "Te abençoarei!"


Canções:





quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Feliz aniversário, envelheço na cidade com injustiças

Ontem completei 32 anos de vida. Só posso agradecer a Deus por me permitir viver até aqui e desejo viver pelo menos o dobro disso. Amo viver. 

Sou grata a Deus pelos meus amigos, mesmo aqueles que quase não falo mais, pois algo que gente doida como eu
acumula na vida é amizade. Foram muitos e muitos, infelizmente alguns a gente deixa de falar, perde contato, e eu além de amigos, tenho ex alunos, pessoas incríveis que marcaram minha vida e conquistaram meu coração.

Confesso que essa semana tem sido um pouco difícil, o dia do meu aniversário não foi muito feliz, mas conto com o amor do meu marido e algumas pessoas que sabem do meu problema. Mas hoje dia 29.01.2015 ao ouvir algumas canções gospel pude sentir o amor de Deus e confio nele, sei que esse desafio que enfrento vai passar e tudo vai dar certo no final. Muito em breve poderei testemunhar minha vitória completa. Tenho aprendido a contar as bençãos e vitórias e não os problemas.

Gosto que meus textos façam sentido para outras pessoas além de mim, esse é o meu objetivo de manter um blog há seis anos.

Então, o que posso escrever que vá te fazer algum sentido? Talvez lembrar-te que na vida coisas muito ruins podem acontecer, mas que elas vão passar. Me diga algo que não passe nessa vida? Algo me ocorreu neste momento: injustiça, essa não passa, vira e mexe nos deparamos com ela.

Como é fácil sermos injustos com as pessoas, essas mesmas que dizemos amar tanto. Como é fácil sermos injustiçados pelas pessoas que amamos. E mais fácil ainda sofrermos injustiças do Governo e outras instituições.

Acha justo gastar 70,00 de táxi, porque os ônibus estão em greve, para resolver algo e simplesmente levar um não na cara. Prejuízo total !
Acha justo ver seu sonho adiado e ser prejudicado pessoalmente e financeiramente por pura "marrentice" e lentidão do governo?
Acha justo ver pessoas que você ama sofrerem por trabalhar em um instituição falha, egoísta e que pensa pequeno?
Acha justo ver crianças, idosos e animais sofrendo maus tratos?
Acha justo poucos terem tanto e tantos terem pouco?
Acha os preços dos livros, dos alimentos, das roupas e da educação justos? E da cultura então?
Acha justo ver crianças sendo mal educadas pelos pais?
Acha justo pessoas sentirem inveja umas das outras sem saber o preço que se paga para chegar ao lugar em que chegaram?
A lista, dolorosamente, é longa.

Você se sente injustiçado com alguma coisa? Certamente que sim.

A injustiça é algo que machuca, magoa, dá raiva, nos sentimos humilhados, arrasados, um nada. Minha oração é: Deus não me deixe jamais ser injusta com alguém! Quem me dera poder pedir: Deus, jamais me deixe ser injustiçada! Deus pode tudo, mas posso ousar tanto?

Bom, fico por aqui, expressando minha gratidão a Deus por tudo: marido, emprego, casa, família, animais de estimação, amigos, recursos, livros, inteligência, saúde, paz, ânimo, alegria, por morar perto de um parque, por amar viver e por tudo que virá. Afirmo que poucas coisas na minha vida são perfeitas, quase tudo sempre vem por meio de desafios, choro, oração, confiança, pouquíssimas coisas vem fácil e de graça. Mas louvo a Deus por ter a chance de viver mesmo que com desafios. A vida ainda assim é excelente. Obrigada pela vida Deus e me livre das injustiças !

Quem comete uma injustiça é sempre mais infeliz que o injustiçado.
Platão
"Que Deus tenha te escutado Platão!"

Justiça extrema é injustiça.
Marcus Cícero
"Faz sentido Cícero!"


Os sete pecados capitais responsáveis pelas injustiças sociais são: riqueza sem trabalho; prazeres sem escrúpulos; conhecimento sem sabedoria; comércio sem moral; política sem idealismo; religião sem sacrifício e ciência sem humanismo.
Mahatma Gandhi

"Show"





quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Carta aos que não se sentem bem

Quantas vezes as pessoas tem dificuldade de se sentir bem? Muitas.

Por vezes falamos, beijamos,  jantamos, trabalhamos, brigamos, estudamos com pessoas doentes em sua alma e nem desconfiamos disso, pois o sorriso é a melhor maquiagem.

Mas por que as pessoas não falam sobre isso? Não postam no facebook frases como: "Hoje acordei mal, me sinto triste, cansada, esquecida, sei lá... tô mal mesmo" ou "Puxa... minha vida é boa, mas por que sinto que tem algo errado aqui dentro?".  Eu não sei ao certo, mas talvez seja medo e vergonha. As pessoas no geral não gostam de tristeza e depressão. Parece que no mundo atual só é permito ser feliz, o facebook mostra isso. Só alegria, festa, amor... A tristeza, o incômodo consigo mesmo, os demônios e monstros interiores ficam abandonados. Mas fingir que está bem, ou ignorar o fato resolve? Não.

Uma grande parte disso é sim a falta de conexão com Deus, Ele é tudo. Ele é que fornece os desafios e mecanismos paras lidar com a vida. No fundo, confesso que não queria falar de Deus neste texto, pois parece uma receita de bolo: tenha Deus, tenha tudo. Mas ter Deus não é tão simples assim. Relacionar-se com Deus é o desafio que permanece ao longo da vida das pessoas, algumas conseguem entender isso cedo e rápido, outras não e outras pior ainda: ignoram Deus a vida toda.

Eu penso que Deus é tão grande e que fez tantas e tantas coisas que se pararmos para pensar nos deixam confusos. Ele quer, ao meu ver, que tenhamos a coragem de descobrir coisas para aproveitar a vida. Nada melhor para o autor de qualquer coisa ver que sua criação está sendo bem aproveitada. O cozinheiro tem prazer em ver as pessoas deliciando-se com a comida feita por ele. O escritor tem prazer em ver as pessoas lendo o livro ou blog escrito por ele. Enfim, Deus tem prazer, eu tenho certeza disso, de ver nós, sua criação, deliciando-se com a vida. 

Mas quando as coisas não vão bem? Aí você deve ir ao médico, ler coisas que podem te dar uma ajuda, ir a igreja, orar, ouvir músicas, refletir, sei lá. Se vira. Mas não deixe isso te destruir, não deixe isso impedir de você deliciar-se com a vida. 

Deixo com vocês algumas frases que podem falar um pouco sobre viver:

Às vezes ouço passar o vento; e só de ouvir o vento passar, vale a pena ter nascido.
Fernando Pessoa

Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo. E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.
É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma.
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um “não”. É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta.
Augusto Cury

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento.
Clarice Lispector


Julie de Pádua Romão